O seu solo. O nosso investimento. Habitação acessível permanente — sem despesa orçamental, sem risco de gestão, sem desvio de missão.
Apresentar um Imóvel →O Direito de Superfície é um instrumento jurídico que permite ao município ceder o uso de um imóvel ou terreno à Fundação Âncora por um período longo — tipicamente 75 a 90 anos — sem perder a propriedade do solo.
Durante esse período, a Fundação assume 100% do investimento de reabilitação e toda a gestão operacional. O município mantém a propriedade. A comunidade ganha habitação acessível imediata.
No final da concessão, o imóvel integralmente reabilitado e gerido regressa à esfera pública — sem custos de recuperação.
É um modelo com décadas de sucesso documentado em cidades como Viena, Amsterdão e Zurique. Portugal tem os instrumentos legais. Falta o operador de terceiro setor capaz de os activar à escala urbana.
O município identifica um imóvel ou terreno com potencial — degradado, subutilizado, ou sem uso atual.
Iniciativa do Município ou da FundaçãoA Fundação realiza análise de viabilidade financeira e urbana. Proposta de parceria formal submetida à Câmara.
Prazo: 2–3 mesesFormalização jurídica com garantias para ambas as partes. O município define critérios mínimos de perfil dos residentes.
Solo permanece no municípioA Fundação financia e gere toda a operação. O município recebe relatórios de impacto anuais.
Sem custo nem risco de gestãoO imóvel reabilitado e em excelente estado regressa ao município. O legado fica.
Património valorizado para a cidadeUma parceria com a Fundação Âncora não é uma cessão de controlo. É uma alavanca de impacto sem custo orçamental.
Habitação acessível permanente para os profissionais essenciais da cidade — professores, enfermeiros, polícias — que servem o município mas não conseguem morar nele. Sem lista de espera de anos.
O município mantém a propriedade do solo. A Fundação financia 100% da reabilitação e toda a gestão operacional. O impacto não custa ao erário público — cria-o.
Imóveis degradados ou subutilizados transformados em habitação de qualidade. No final da concessão, o município recupera um ativo integralmente reabilitado e em excelente estado de conservação.
Comunidades estáveis onde os residentes criam raízes. Combate ao esvaziamento urbano, à substituição de residentes por turistas, e à perda de serviços de proximidade que segue a expulsão da classe média.
A Fundação trata de tudo: seleção de residentes, manutenção, gestão de conflitos, plataformas digitais. O município recebe relatórios de impacto anuais — sem burocracia operacional.
Parceria com uma fundação de terceiro setor auditada externamente. Reportável nos objetivos de habitação acessível, coesão social e combate à exclusão habitacional — com métricas SROI verificadas.
Uma divisão clara de responsabilidades que protege o município e maximiza o impacto habitacional.
Este modelo não é experimental. É uma adaptação de práticas com décadas de evidência em cidades europeias.
43% do parque habitacional de Viena é público ou cooperativo. As rendas estão estabilizadas há décadas. O modelo combina Estado, terceiro setor e capital privado com horizonte longo.
Empresa de direito de superfície que reabilita edifícios históricos para arrendamento acessível. O município mantém o solo. O operador financia e gere. Modelo exportável.
Fundação que retira terrenos do mercado especulativo através de contratos de uso social perpétuo, em parceria com municípios. O solo permanece fora do ciclo especulativo para sempre.
A Fundação adapta o modelo ao contexto específico de cada município. Diferentes situações, soluções diferentes.
Edifício municipal degradado ou sem uso — residencial, comercial, ou de outra natureza — com potencial de conversão para habitação acessível.
Terreno municipal com capacidade construtiva mas sem viabilidade financeira imediata para o município — zonas consolidadas ou em desenvolvimento urbano.
IPSS, Misericórdias ou Associações com imóveis degradados que não têm capacidade técnica ou financeira para reabilitar. O município pode ser mediador desta parceria.
Município com parque habitacional próprio que pretende profissionalizar a gestão, reduzir custos operacionais, e implementar o modelo de comunidade ativa.
A Fundação analisa qualquer imóvel ou terreno com potencial de conversão para habitação acessível. A análise de viabilidade é gratuita e não vinculativa.
Respondemos em 10 dias úteis com uma avaliação preliminar e uma proposta de reunião presencial.
Municipios, IPSS, Misericórdias, proprietários privados ou outras entidades públicas — analisamos todas as propostas com o mesmo rigor e confidencialidade.
Apresentar Proposta →Será redirecionado para o formulário oficial da Fundação Âncora